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[Pandemia]
Paulínia reabre agendamento de vacinas na manhã desta quinta-feira

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Ofertas de 1ª, 2ª, 3ª e doses inicial e de reforço contra a Covid-19 terão início a partir das 9h; quem marcar horário será imunizado sábado que vem

12 jan 2022 – 18h53
Campeonato Paulista de futebol terá o limite de 70% de ocupação dos estádios (Foto: Agência Brasil)

APrefeitura de Paulínia reabre a partir das 9h desta quinta-feira (13) o agendamento de 1ª, 2ª, 3ª e doses inicial e de reforço de vacinas contra a Covid-19. A imunização de quem conseguir marcar horário irá ocorrer no próximo sábado, dia 15.

A 1ª dose da vacina contra a Covid-19 é destinada para:

  • crianças e adolescentes de 12 a 17 anos.

Já a dose única da vacina Janssen (dose inicial) será voltada para:

  • maiores de 18 anos.

A 2ª dose do imunizante deve ser marcada para:

  • crianças e adolescentes de 12 a 17 anos que receberam a 1ª dose Pfizer até o dia 20 de novembro; e
  • maiores de 18 anos que tomaram a 1ª dose da Pfizer até o dia 25 de dezembro.

A 3ª dose é voltada, independentemente do laboratório da dose anterior, para:

  • pessoas maiores de 18 anos que tomaram a 2ª dose até o dia 15 de setembro; e
  • maiores de 18 anos com alto grau de imunossupressão que foram imunizados com a 2ª dose até o dia 18 de dezembro.

E, por fim, a dose adicional da vacina Janssen (reforço) deverá ser agendada para:

  • maiores de 18 anos que receberam a dose única Janssen até o dia 15 de novembro de 2021.

O agendamento de todas as doses de vacinas contra a Covid-19, e para todos os grupos, deve ser feito no site http://vacina.paulinia.sp.gov.br/agenda/ e do telefone 156, da Prefeitura. A Administração municipal não divulgou a quantidade de vacinas que ofertará à população.

Nesta quarta-feira, o governo de São Paulo informou que o início das aulas no estado será mantido para o dia 2 de fevereiro, apesar do avanço de casos da variante Ômicron do novo coronavírus. “Vamos continuar a pressionar o Ministério da Saúde para que possa fornecer mais vacinas (para as crianças). Temos 20 milhões de crianças na faixa de 5 a 10 anos no Brasil”, disse o governador João Doria (PSDB).

A primeira remessa de imunizantes da Pfizer, específica para crianças, com cerca de 1,2 milhão de doses deve chegar ao Brasil nesta quinta-feira (13), só então será distribuída aos estados para o início da vacinação. Para esse público, a vacina é diferente da que está sendo aplicada em pessoas acima dos 12 anos: a dose é menor e a composição do imunizante é diferente.

Na semana passada, Doria havia dito que o estado de São Paulo está pronto para iniciar a vacinação de crianças e que tem capacidade de aplicar até 250 mil vacinas por dia, caso estas doses estejam disponíveis. A faixa etária entre 5 e 11 anos é estimada em 4,3 milhões de pessoas no estado, sendo que 850 mil delas apresentam alguma comorbidade ou são indígenas ou quilombolas e terão prioridade na vacinação.

Para agilizar a vacinação em São Paulo, o governo estadual solicita que os pais façam o cadastro dos filhos no site Vacina Já (https://www.vacinaja.sp.gov.br/). O pré-cadastro é opcional e não é um agendamento, mas agiliza o atendimento nos locais de imunização, evitando filas e aglomerações.  “Nós temos vacinas que se mostram seguras e eficazes”, disse secretário estadual da Saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn. “Não temos risco de vacinar, mas o risco de negligenciar a vacina. Vacinas já se consagraram como proteção. A segurança da vacina é infinitamente maior do que eventuais riscos.”

Recomendação

Doria informou ainda nesta quarta-feira que será exigida em todo o estado a apresentação do comprovante completo de vacinação contra a Covid-19 para entrada em eventos públicos e privados que causem aglomeração, como shows e atividades esportivas. Também para combater o avanço da variante Ômicron no estado, o governo estadual recomendou que a ocupação de tais eventos seja reduzida em 30%, o que deve ser estabelecido por cada uma das 645 prefeituras paulistas, podendo variar conforme a situação epidemiológica.

“A redução recomendada é de 30%. Cabe agora às prefeituras deliberar sobre isso”, disse Doria. Há ainda a recomendação de que tais eventos passem a exigir testes do público. Mas, segundo o governador, não se trata de uma exigência, é apenas uma recomendação.

Terça-feira (11), em entrevista no Interior do estado, o governo tinha informado que faria restrições a eventos. Nesta quarta, no entanto, na entrevista que é dada todas as quartas-feiras no Palácio dos Bandeirantes, Doria não anunciou restrições, mas recomendações e disse que as deliberações cabem às prefeituras.

A única determinação anunciada nesta quarta-feira é redução de 30% no público dos estádios de futebol do estado. Com isso, os estádios que vão receber o Campeonato Paulista, cujo início está marcado para o dia 23 de janeiro, terão suas ocupações limitadas a 70% do público, com exigência de apresentação de comprovante completo de vacinação.

“Em relação ao futebol, isso se aplica a partir do dia 23 de janeiro, com a volta do Campeonato Paulista de futebol. A partir dessa data, o limite é de 70% de ocupação dos estádios. A Copinha, a Copa São Paulo que acontece agora, embora tenha repercussão, tem público diminuto, então não há necessidade de estabelecer restrição”, disse o governador.

Máscaras

Além de mudanças nas regras dos eventos, o governo de São Paulo informou que prorrogará a obrigatoriedade do uso de máscaras em todo o estado até, pelo menos, o dia 31 de março.

Nesta quarta-feira, a taxa de ocupação de leitos de unidade de terapia intensiva (UTI) por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) está em 39,01%, com 1.824 pessoas internadas em estado grave. Há 3.679 pessoas internadas em enfermarias de todo o estado. Na semana passada, a taxa de ocupação estava em 27,75%.

Segundo o coordenador executivo do Centro de Contingência do Coronavírus em São Paulo, João Gabbardo, o estado de São Paulo registrou, nas últimas duas semanas, aumento de 58% no número de pessoas internadas em leitos de UTI. Nas enfermarias, o crescimento foi maior: 99%.

Doria informou que adquiriu mais 2 milhões de testes rápidos de antígenos para Covid-19 para ampliar a testagem e o monitoramento dos casos. Segundo o governador, os testes serão disponibilizados até fevereiro aos municípios paulistas. O custo dos testes foi estimado em R$ 12 milhões.

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