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[Pandemia]
Hospital municipal de Paulínia registra mais 3 mortes por Covid-19

Ministério da Saúde vai realizar estudo para avaliar eficácia da 3ª dose da Coronavac; 12 mil voluntários participarão dessa nova pesquisa

28 jul 2021 – 21h06
Nova pesquisa será realizada em parceria com a Universidade de Oxford, do Reino Unido (Foto: Agência Brasil)

APrefeitura de Paulínia registrou nesta quarta-feira (28) mais três mortes em decorrência da Covid-19. Os três óbitos aconteceram no Hospital Municipal “Vereador Antônio Orlando Navarro” e as vítimas tinham entre 55 e 79 anos de idade e outras doenças preexistentes, conforme a Administração municipal.

O Comitê de Prevenção e Enfrentamento do Coronavírus da Prefeitura de Paulínia informou que a:

  • 265ª morte

Trata-se de um homem de 79 anos, com comorbidade. Morreu no dia 26 passado no hospital municipal de Paulínia.

  • 266ª morte

Refere-se a uma mulher de 69 anos, com comorbidade. Morreu no hospital municipal de Paulínia também no último dia 26.

  • 267ª morte

Trata-se de um homem de 55 anos, com comorbidades. Morreu no dia 24 passado no hospital municipal de Paulínia.

Até as 9h30 desta terça-feira, de acordo com o boletim epidemiológico diário da Prefeitura, 40 pessoas estavam internadas no hospital municipal de Paulínia em razão da Covid-19 – 21 em vagas de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e 19 em leitos clínicos.

Nesta quarta-feira, o Ministério da Saúde anunciou que iniciará estudo para avaliar a eficácia da aplicação da terceira dose da vacina contra a Covid-19 Coronavac, produzida pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, vinculado ao governo de São Paulo.

A pesquisa será realizada em parceria com a Universidade de Oxford, do Reino Unido. Nela, será analisada a possibilidade de aplicação de outras vacinas como 3ª dose para quem tomou as duas primeiras da Coronavac.

A principal pesquisadora, Sue Anne Clemens, da instituição britânica, afirma que serão analisados casos de uso da terceira dose com diferentes imunizantes, de outras farmacêuticas.

“Vamos vacinar pessoas que já tenham tomado duas doses da Coronavac, seis meses depois da segunda dose. Temos quatro grupos (de estudo): um com reforço da Coronavac, outros com Janssen, Pfizer e AstraZeneca”, diz.

Segundo a pesquisadora da Universidade de Oxford, o estudo serviria para subsidiar uma nova estratégia de vacinação. Contudo, a pesquisadora e o Ministério da Saúde não explicaram que nova estratégia seria esta e por que a necessidade de intercambialidade para quem tomou duas doses da Coronavac.

Segundo o Ministério da Saúde, 12 mil voluntários participarão da pesquisa.

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