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[Coronavírus]
SP bate recorde na vacinação com 493,6 mil doses aplicadas em um dia

Marca mais alta até então no Vacinômetro ocorreu na última quinta-feira; mortes caem 14% e casos, 8%, no Brasil, revela o Ministério da Saúde

16 jul 2021 – 20h45
Meta é proteger toda a população adulta de SP com ao menos uma dose até 20 de agosto (Foto: Divulgação)

Ogoverno de São Paulo confirmou a aplicação recorde de vacinas contra a Covid-19 no estado em um único dia. Na última quinta-feira (15), o Vacinômetro registrou 493.605 doses aplicadas nos 645 municípios paulistas, quase 19% a mais do que na véspera.

Após duas reestruturações do cronograma do Plano Estadual de Imunização (PEI) desde o mês passado, a campanha de vacinação prossegue com sucessivos registros diários superiores a 300 mil doses desde a segunda quinzena de junho. A meta do governo de São Paulo é proteger toda a população adulta com ao menos uma dose até o dia 20 de agosto.

Na quinta-feira, os dados do Vacinômetro mostram 312.626 aplicações de primeira dose e outras 144.353 de segunda dose das vacinas do Butantan, Fiocruz e Pfizer, além de 36.626 imunizações com dose única do imunizante da Janssen. Na véspera, o Vacinômetro registrou 403.469 aplicações.

O antigo recorde da vacinação contra o coronavírus no estado de São Paulo havia sido obtido no dia 17 de junho, com 480.691 aplicações – foram 469.152 em primeira dose e outras 11.539 em segunda dose naquele dia. A terceira maior marca até agora foi a do dia 7 de julho, com 472.896 vacinações – 264.675 em primeira dose, 49.768 em segunda e 158.453 aplicações únicas.

Até as 11h52 desta sexta-feira (16), o Vacinômetro registrava um total de 30.528.110 vacinações contra o coronavírus em todo o estado desde o início da campanha contra a Covid-19, no dia 17 de janeiro. São 22.548.302 aplicações de primeira dose, além de outras 7.035.122 pessoas com ciclo completo de duas vacinações e 944.686 protegidas com dose única. O esquema vacinal completo já imunizou 17,24% da população geral de SP.

A evolução diária da vacinação em São Paulo pode ser acompanhada no painel completo do Vacinômetro, no site https://vacinaja.sp.gov.br/vacinometro/. Nele, qualquer pessoa tem acesso a dados detalhados sobre doses aplicadas por município, distribuição de doses, ranking de vacinação, ranking de aplicação das doses distribuídas, evolução da aplicação de doses e estatísticas gerais do PEI.

As mortes causadas pela pandemia de Covid-19 caíram 14% na Semana Epidemiológica 27, de 4 a 10 de julho, em comparação com a semana anterior. As informações estão no mais recente Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde sobre a Covid-19.

Na Semana Epidemiológica 27 (SE 27), autoridades de saúde registraram 9.306 pessoas que não resistiram à Covid-19, enquanto o boletim epidemiológico do Ministério da Saúde na semana anterior trouxe 10.852 óbitos.

O resultado representa maior reversão no movimento de retomada do crescimento da curva de óbitos, após uma estabilização em semanas anteriores. Mas o patamar do início de julho ainda está acima do registrado no fim de fevereiro deste ano. A média móvel de mortes na SE 27 ficou em 1.329.

Os novos casos de Covid-19 tiveram queda de 8% na semana do levantamento. Nesse período, foram registrados 326.978 novos diagnósticos confirmados, contra 355.131 na semana anterior. A média móvel de casos (total no período divido por sete dias) ficou em 46.711.

O resultado da SE 27 marca a continuidade da trajetória de queda da curva de casos. A redução dos novos diagnósticos positivos de Covid-19 foi iniciada em março, com um revés na SE 13.

O Brasil continua como o país com maior número de novas mortes confirmadas por semana. Em seguida vêm Índia (6.035), Indonésia (5.430), Rússia (4.909) e Colômbia (3.417). Quando considerados números absolutos, o Brasil segue na 2ª posição, atrás dos Estados Unidos (607.132). Quando consideradas as mortes por 1 milhão de habitantes, o Brasil fica na 7ª colocação.

O Brasil também foi a nação com mais novos casos nesta semana, seguido por Índia (291.789), Indonésia (234.155), Reino Unido (211.508) e Rússia (169.291). Na comparação em números absolutos, desde o início da pandemia, o Brasil fica na 3ª posição, atrás dos EUA (33,8 milhões) e Índia (30,8 milhões). Na comparação proporcional, por 1 milhão de habitantes, o Brasil ocupa a 14ª posição.

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