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[Pandemia]
Covid-19 mata outro morador de Paulínia, aponta Ministério da Saúde

Primeiro lote da vacina da Pfizer-BioNTech contra o coronavírus chega ao Brasil; carregamento vindo da Bélgica desembarcou em Viracopos

29 abr 2021 – 21h58
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, no Aeroporto Internacional de Viracopos (Foto: Agência Brasil)

OMinistério da Saúde voltou a registrar nesta quinta-feira (29) mais uma morte de morador de Paulínia pela Covid-19, elevando para 194 o total de óbitos desde o início da pandemia na cidade. Até aqui, são 11.311 infectados pela doença, segundo o governo federal, responsável pelos números oficiais do novo coronavírus no Brasil.

Pelo segundo dia seguido, o boletim epidemiológico da Prefeitura de Paulínia não contabilizou mortes de moradores do município. Para a Administração municipal, a cidade tem um total de 186 óbitos em decorrência da pandemia e 11.062 contaminados pela Covid-19. Outros 10.740 conseguiram se recuperar da doença.

Nesta quinta-feira, os alunos da rede municipal de educação, que solicitaram a refeição do “Programa Merenda no Prato”, começaram a receber a “Cesta Saudável”, com peso médio de 5 quilos. Conforme a Prefeitura, a primeira tinha cenoura, chuchu, batata, banana, laranja e maçã. A composição será alterada a cada entrega, que é quinzenal, pois serão selecionados alimentos da época.

Cerca de 2,5 mil alunos recebem diariamente um marmitex com arroz, feijão, guarnição e uma proteína, nos 17 polos existentes para entrega do benefício, como forma de reduzir os efeitos negativos da pandemia nesse grupo de estudantes da rede municipal. O cardápio foi elaborado por nutricionistas.

A marmita e a cesta saudável são preparadas pela empresa Soluções, responsável pelo fornecimento da merenda escolar nas escolas da Prefeitura. Segundo a Administração municipal, o custo unitário dos dois alimentos para os cofres públicos chega a R$ 11,50.

O Fundo Social de Solidariedade de Paulínia também entregou cerca de duas mil marmitex para famílias em vulnerabilidade social do município desde o dia 24 de março, quando o trabalho teve início. Ele é realizado em parceria com a empresa The Lycra Company e a Missão Madre Teresa de Calcutá.

“O Fundo ainda enviou alimentos ao Projeto Juntos Somos um Só, que atende moradores Vida Nova, e contribuiu com a doação de caixas de leite para o café da manhã das crianças do bairro”, informou a Prefeitura. No último dia 25, o Projeto Mãos que Ajudam entregou 50 marmitex para famílias da região do bairro Morro Alto, graças a doações de alimentos arrecadados pelo município.

A Prefeitura esclareceu que a entrega dos marmitex acontece todos os dias na residência das famílias selecionadas a partir de cadastros da Secretaria Municipal de Assistência Social e entidades do município. Essas iniciativas têm o objetivo de reduzir os impactos da pandemia na vida dessas pessoas.

Nesta noite, o primeiro lote de 1 milhão de doses de vacinas da Pfizer chegou no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, por volta das 19h30. Segundo o Ministério da Saúde, as doses deverão ser usadas prioritariamente nas capitais em razão das condições específicas de armazenamento, que precisa ocorrer em temperaturas muito baixas.

De acordo com o governo federal, os entes federados receberão as doses de forma proporcional e igualitária. Os frascos serão entregues em temperaturas entre -25ºC e -15ºC. A conservação, nessa faixa de temperatura, pode ser feita apenas durante 14 dias. Se mantidas em temperaturas de armazenamento entre 2ºC e 8ºC, da rede frio dos estados, o prazo para aplicação das doses diminuiu para cinco dias.

Em razão das especificidades dessa vacina, o ministério informou que enviará ao estados as doses em duas etapas. Cada uma delas terá 500 mil doses e será referente, respectivamente, à primeira e segunda doses que cada cidadão deverá receber. Até serem despachadas aos entes da federação, as doses ficarão a -85ºC em 16 super geladeiras do Centro de Distribuição Logístico do Ministério da Saúde, em São Paulo.

“É uma logística específica para essa vacina por conta da cadeia de frio. Mas o Sistema Único de Saúde do Brasil está preparado para distribuir a vacina da Pfizer e todas as outras que forem aprovadas pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária)”, destacou o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, nas redes sociais do ministério.

O governo brasileiro comprou 100 milhões de doses do imunizante da Pfizer. Em março, em reunião com a farmacêutica, o MS apresentou a previsão de que até junho seriam entregues 13,5 milhões.

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