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[Coronavírus]
Paulínia registra 5 mortes de moradores nas últimas 24 horas

Anvisa recebe pedido de uso emergencial de medicamento contra Covid-19; prazo para análise dos documentos enviados é de até 30 dias

2 abr 2021 – 21h10
Sede da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), localizada em Brasília, Distrito Federal (Foto: Agência Brasil)

Paulínia registrou cinco mortes de moradores de Paulínia pela Covid-19 nas últimas 24 horas, contabilizando 151 óbitos desde o início da pandemia. Já o Ministério da Saúde confirmou nesta sexta-feira (2) três, elevando o total para 154. O governo federal, responsável pelos números oficiais da doença no Brasil, computou 10.444 contaminados, enquanto que a Administração municipal, 9.819.

De acordo com o Comitê de Prevenção e Enfrentamento do Coronavírus, a:

  • 147ª morte

Trata-se de um homem de 48 anos, com antecedente de obesidade. Iniciou os sintomas respiratórios no dia 8 de março e deu entrada no Hospital Municipal “Vereador Antônio Orlando Navarro” no dia 26. Foi realizado diagnóstico laboratorial para a Covid-19 pelo exame de PCR, com resultado positivo. Morreu quinta-feira.

  • 148ª morte

Refere-se a uma mulher de 35 anos, com antecedente de obesidade. Iniciou os sintomas respiratórios no dia 20 de março e acabou internada no hospital municipal no dia 28. Teve diagnóstico laboratorial para a Covid-19 realizado pelo exame de PCR, com resultado positivo. Morreu quinta-feira.

  • 149ª morte

Trata-se de um homem de 71 anos, com antecedente de diabetes mellitus. Iniciou os sintomas respiratórios no dia 10 de março e foi internado no hospital municipal no último dia 21. O diagnóstico laboratorial para a Covid-19 foi confirmado pelo exame de PCR, com resultado positivo. Morreu na quinta-feira.

  • 150ª morte

Refere-se a uma mulher de 60 anos, com antecedente de diabetes mellitus. Iniciou os sintomas respiratórios no dia 4 de março, sendo internada no hospital municipal no último dia 16. Foi realizado diagnóstico laboratorial para a Covid-19 pelo exame de PCR, com resultado positivo. Morreu quinta-feira.

  • 151ª morte

Trata-se de uma mulher de 67 anos, com antecedente de doença cardiovascular. Iniciou os sintomas respiratórios no dia 20 de março e deu entrada no hospital municipal no último dia 30. Foi realizado diagnóstico laboratorial para a Covid-19 pelo exame de PCR, com resultado positivo. Morreu na quinta-feira.

Até as 16h desta sexta-feira, conforme o boletim epidemiológico da Prefeitura, o hospital municipal contava com 69 internados em decorrência da Covid-19 para o total de 54 leitos reservados para esses doentes. Os 20 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e os 34 leitos clínicos coronavírus estavam 100% ocupados. Os demais 15 pacientes da pandemia eram acomodados em leitos clínicos gerais, destinados também a outras doenças.

Na noite de quinta-feira (1º), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recebeu o pedido de uso emergencial de um medicamento contra a Covid-19. Segundo a agência, trata-se de uma combinação dos medicamentos biológicos (casirivimabe e imdevimabe) da empresa Produtos Roche Químicos e Farmacêuticas. A Anvisa informou que iniciará a triagem dos documentos presentes no pedido.

As primeiras 72 horas serão utilizadas para fazer uma triagem do processo e verificar se os documentos necessários estão disponíveis. Foram entregues pela empresa 3.626 páginas de dados e informações sobre o medicamento. “Se houver informação importante faltando, a Anvisa pode solicitar ao laboratório”, acrescentou a agência.

O prazo de análise é de até 30 dias, sendo que não é considerado o tempo do processo em status de exigência técnica, que é quando o laboratório precisa responder questões técnicas feitas pela agência.

Para fazer a avaliação, a Anvisa utilizará o relatório técnico emitido pela autoridade americana Food and Drug Administration (FDA), os dados do processo e as informações apresentadas na reunião de pré submissão à Anvisa.

De acordo com a agência, a análise do pedido de uso emergencial é feita por uma equipe multidisciplinar que envolve especialistas das áreas de registro, monitoramento e inspeção. “A Anvisa atua conforme os procedimentos científicos e regulatórios, que devem ser seguidos por aqueles que buscam a autorização de medicamentos para serem utilizadas na população brasileira”, concluiu a agência.

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