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[Pandemia]
Prefeitura divulga três mortes de uma só vez pela Covid-19 em Paulínia

Ministério da Saúde confirmou mais dois óbitos; ocupação de leitos da UTI Covid-19 no hospital municipal continua 100% pelo sexto dia seguido

26 fev 2021 – 14h57

APrefeitura de Paulínia divulgou mais três mortes de uma só vez pela Covid-19 em Paulínia, no boletim epidemiológico desta sexta-feira (26), totalizando 109 óbitos pela doença desde o início da pandemia. O Ministério da Saúde confirmou outras duas e pelas contas do governo federal, responsável pelos números oficiais do novo coronavírus no País, 113 moradores do município já perderam a vida em decorrência da Covid-19.

Conforme o Comitê de Prevenção e Enfrentamento ao Coronavírus, a:

  • 107ª morte

Refere-se a um home de 87 anos, com antecedentes de diabetes mellitus e doença neurológica crônica. Iniciou os sintomas respiratórios no dia 28 de janeiro. Deu entrada em hospital da rede privada de Campinas no último dia 1º. Morreu dia 23 passado.

  • 108ª morte

Trata-se de uma mulher de 94 anos, com antecedente de doença cardiovascular. Iniciou os sintomas respiratórios no dia 9 de fevereiro e também foi internada em hospital da rede privada de Campinas no dia 15. Teve o diagnóstico laboratorial para a Covid-19 confirmado pelo exame de PCR. Morreu no último dia 24.

  • 109ª morte

É de um homem de 62 anos, sem comorbidades. Iniciou os sintomas respiratórios em 25 de janeiro. Deu entrada no Hospital Municipal de Paulínia “Vereador Antônio Orlando Navarro” no último dia 30. Foi realizado diagnóstico laboratorial para a Covid-19 pelo exame de PCR, com resultado positivo. Morreu quinta-feira (25).

Os leitos da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Covid-19 do hospital municipal de Paulínia continuavam, até as 9h30 desta sexta-feira, com ocupação máxima. Pelo sexto dia seguido e pela décima vez no mês, todos as 14 vagas disponíveis para a doença estavam com pacientes testados positivos para a o novo coronavírus.

Nesta sexta-feira, o primeiro caso de Covid-19 no Brasil completou um ano. O Brasil identificou a primeira contaminação pelo novo coronavírus no final de fevereiro de 2020, enquanto a Europa já registrava centenas de casos do novo coronavírus. A declaração de transmissão comunitária no País veio em março, mês em que também foi registrada a primeira morte pela doença.

Na quinta-feira, a Agência de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos (FDA) aprovou o armazenamento e transporte da vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela Pfizer e a parceira alemã BioNTech em temperaturas de congelador padrão por até duas semanas, em vez de instalações ultrafrias.

“Temperatura alternativa para transporte e armazenamento ajudará a aliviar a carga de aquisição de equipamentos de armazenamento ultrabaixo para locais de vacinação e deve ajudar a levar a vacina a mais locais”, disse Peter Marks, diretor do Centro de Avaliação e Pesquisa Biológica da FDA.

Na semana passada, as empresas pediram ao órgão regulador de saúde dos Estados Unidos que alterasse as exigências de temperatura para sua vacina contra Covid-19, permitindo potencialmente que fosse mantida em refrigeradores de farmácia.

Novos dados foram encaminhados à FDA, em apoio a uma proposta de atualização da bula de uso emergencial que permite que as ampolas de vacina sejam armazenadas entre -25 e -15 graus Celsius por até duas semanas, como alternativa ao armazenamento em congelador de temperatura ultrabaixa.

Em dezembro, a FDA concedeu autorização para uso de emergência da vacina da Pfizer/BioNTech armazenada em congelador ultrafrio, com temperaturas entre -80ºC e -60ºC.

A vacina contra a Covid-19 da Pfizer em a parceira alemã BioNTech é a única com registro definitivo para uso no Brasil aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Mas até aqui nenhuma dose foi comprada pelo governo federal. Os brasileiros estão sendo vacinados com os imunizantes Coronavac e AstraZeneca, que possuem registro de uso emergencial no País.

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