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[Covid-19]
Prefeitura confirma mais duas mortes de moradores de Paulínia

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Segundo o governo municipal, cidade totaliza 96 óbitos e 5.563 infectados; mas, para o Ministério da Saúde, já são 100 mortes e 7.099 contaminados

18 jan 2021 – 15h57
Ocupação de leitos de UTI no hospital municipal estava em 80% na manhã desta segunda-feira  (Foto: Divulgação)

APrefeitura confirmou nesta segunda-feira (18) mais duas mortes de moradores de Paulínia em decorrência da Covid-19, totalizando na cidade, de acordo com suas próprias estatísticas, 96 óbitos, 5.563 contaminados e 5.311 recuperados desde o início da pandemia. Entretanto, para o Ministério da Saúde, responsável pelos números oficiais da doença no Brasil, a cidade já registra 100 mortes e 7.099 infectados.

O Comitê de Prevenção e Enfrentamento ao Coronavírus de Paulínia informou que a 95ª morte de morador de Paulínia se refere a um homem de 66 anos, com antecedentes de doença cardiovascular, diabetes Mellitus e obesidade. Iniciou os sintomas respiratórios no dia 27 de dezembro. Foi internado no Hospital Municipal “Vereador Antônio Orlando Navarro” no dia 6 e realizado diagnóstico laboratorial para a Covid-19 pelo exame de PCR, com resultado positivo. Morreu domingo (17).

Já o 96° óbito pelo novo coronavírus em Paulínia se trata de um homem de 87 anos, com antecedentes de doença cardiovascular, diabetes Mellitus, doença hepática e pneumopatia, conforme informou a Prefeitura. Iniciou os sintomas respiratórios no último dia 31, e deu entrada no hospital municipal. O diagnóstico laboratorial para a Covid-19 foi confirmado pelo exame de PCR, com resultado positivo. Morreu nesta segunda-feira.

“A Administração municipal se solidariza com todos os familiares e amigos”, destacou o governo de Du Cazellato (PL) em nota. “A Prefeitura de Paulínia informa que é essencial que todos sigam as orientações do Comitê de Prevenção e Enfrentamento do Coronavírus e reforça a necessidade do uso de máscara, higienização das mãos sempre que possível, distanciamento social e evitar aglomerações.”

Até as 9h30 desta segunda-feira, 29 pacientes estavam internados no hospital municipal em razão do novo coronavírus. Desse total, 11 em leitos da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Covid-19 – 10 casos positivos e um ainda em investigação. O índice de ocupação da UTI Covid-19 atingiu 80% de sua capacidade total. Outros 2.027 moradores de Paulínia ainda aguardam exame para confirmação ou não da doença.

Domingo, quando o estado de São Paulo começou a vacinação contra a Covid-19, o prefeito de Paulínia informou que o município seguirá as diretrizes estabelecidas pelos planos estadual e federal para imunização. “Nos próximos dias  divulgaremos os locais, que servirão como postos de vacinação. Provavelmente optaremos pelo sistema drive-thru”, revelou. “Lembrando que primeiro serão vacinados profissionais de saúde, depois idosos.”

O governador João Doria (PSDB) confirmou nesta segunda-feira, durante coletiva de imprensa no Palácio dos Bandeirantes, que o Instituto Butantan pediu à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) o registro emergencial para um segundo lote 4,8 milhões de novas doses da vacina contra o coronavírus desenvolvida pela instituição em parceria com a biofarmacêutica Sinovac.

“A autorização para o uso emergencial que a Anvisa concedeu domingo era exclusivamente válida para as 6 milhões de doses da vacina, todos elas já distribuídas ao Ministério da Saúde. Estamos seguros que essa nova análise será feita com o mesmo critério, o mesmo cuidado e a mesma agilidade com que ontem liberaram a vacina do Butantan, a vacina do Brasil”, disse o governador.

Segundo o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, o pedido de autorização do uso emergencial do segundo lote abrangerá um número ainda maior de doses. “A primeira partida é de 4 milhões e 800 mil já em disponibilidade na medida em que for feita essa segunda autorização. Uma vez aprovado, daí a produção do Butantan será feita de acordo com essa autorização, isto é, não haverá a necessidade de todo o lote ser requisitado (o pedido emergencial), podendo chegar a uma produção adicional de 35 milhões de doses”, explicou.

No domingo, logo após autorização da Anvisa, o Butantan colocou à disposição do Programa Nacional de Imunização (PNI) cerca de 6 milhões de doses, das quais 1,4 milhão foram destinadas ao estado de São Paulo e 4,6 milhões para os demais estados da federação, conforme definido em entendimentos feitos entre o Instituto e o Ministério da Saúde.

Novas remessas de insumos para envase deverão chegar nas próximas semanas, aguardando apenas aval do governo da China. Das 8,7 milhões de doses previstas em contrato para entrega até 31 de janeiro, 6 milhões já foram encaminhadas. As demais devem seguir até o final deste mês. A programação prevê que até abril o Butantan entregue ao Ministério da Saúde 46 milhões de doses da vacina.

Em seu discurso, o governador João Doria reforçou sobre o início da vacinação em cinco grandes hospitais do interior, em Campinas, Botucatu, Ribeirão Preto, Marília e São José do Rio Preto, e elogiou o programa estadual de imunização. “Temos seringas, agulhas e equipamentos de proteção individual graças a um planejamento iniciado em outubro e revalidado em reuniões da Secretaria de Saúde”, lembrou.

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