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[Paulínia]
Total de leitos de UTI ocupados com pacientes de Covid-19 baixa para sete

Boletim epidemiológico diário deste sábado da Prefeitura confirma mais três infectados; Ministério da Saúde adicionou outros 21 às suas estatísticas

26 set 2020 – 14h28
Média diária de mortes por Covid-19, de acordo com a média móvel de sete dias, reduz no Brasil (Foto: Divulgação)

Onúmero de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Municipal de Paulínia “Vereador Antônio Orlando Navarro” ocupados com pacientes de Covid-19 baixou de oito para sete neste sábado (26). O total de doentes internados na unidade em decorrência do novo coronavírus também diminuiu nas últimas 24 horas: de 13 para 12, conforme boletim epidemiológico da Prefeitura com dados atualizados até as 9h30.

A Prefeitura garantiu na última quinta-feira (24) que o hospital municipal de Paulínia ganhou mais dois leitos de UTI e, agora, possui 16 vagas de terapia intensiva – 10 destinadas a pacientes decorrentes do novo coronavírus e seis (quatro delas já ocupadas) reservadas para doentes de complicações diversas (antes eram quatro). O governo municipal não esclareceu quando houve o aumento de oferta de leitos de UTI na rede pública de saúde do município.

O boletim epidemiológico diário da Prefeitura deste sábado registrou mais três moradores infectados com a Covid-19 em Paulínia, totalizando 3.438 desde o início da pandemia e 79 mortes. Os recuperados da doença permaneceram em 3.161. O Ministério da Saúde, no entanto, adicionou às suas estatísticas outros 21 contaminados pelo novo coronavírus na cidade em relação à sua atualização anterior, chegando até aqui a 5.032 casos confirmados e 79 óbitos.

A média diária de mortes por Covid-19, de acordo com a média móvel de sete dias, no Brasil chegou a 687,86 casos sexta-feira (25), segundo dados da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Houve queda de 10,35%, ou 79,23 registros a menos, em relação à sexta-feira anterior (18), quando haviam sido registradas 767,29 mortes.

A média móvel de sete dias é calculada somando-se o número de mortes nesse intervalo de tempo (o dia de referência mais os seis dias anteriores) e dividindo-se o total por sete. Com isso, é possível reduzir o impacto de oscilações diárias.

Esse é o menor número médio de mortes desde o dia 9 de setembro (682,86). O pico de mortes (1.095,14) foi atingido em 25 de julho. Desde então, apresentou tendência de queda (com oscilações e leves altas) até o dia 9 de setembro. Depois disso, as mortes voltaram a aumentar até chegarem a 814,57 no último dia 15 e depois caíram novamente.

A média diária, de acordo com a média móvel de sete dias, de novos casos é de 27.587,86. Também aqui há uma tendência de queda, mas desde o dia 16 de setembro, quando foram registrados 31.374,86 novos casos.

Entre os estados, há aqueles que apresentaram na última semana altas e aqueles que apresentaram queda. Entre as quedas, destacam-se Rondônia (-46%), Pará (-43,34%), Santa Catarina (-26,17%) e Rio Grande do Sul (-20,26%). Entre as altas ocorridas do dia 18 de setembro até sexta-feira aparecem Paraíba (17,5%), Sergipe (15,29%), Espírito Santo (12,44%). Roraima e Rio Grande do Norte não tiveram seus dados divulgados sexta.

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