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[Covid-19]
Paulínia anuncia mais 25 moradores infectados pelo novo coronavírus

Conforme boletim epidemiológico diário da Prefeitura, número de internações e de ocupações de leitos de UTI diminui no hospital municipal

15 set 2020 – 13h43
Profissional de saúde faz teste rápido na comunidade quilombola de Cafundó, em Salto de Pirapora (Foto: Divulgação)

APrefeitura de Paulínia confirmou nesta terça-feira (15) mais 25 moradores infectados pela Covid-19. Agora, conforme as estatísticas municipais, 3.299 paulinenses já testaram positivos para o novo coronavírus e 72 morreram desde o início da pandemia na cidade. Para o Ministério da Saúde, o município tem 4.733 casos confirmados (+3 em relação a sua atualização anterior) e 75 óbitos. A quantidade de recuperados na cidade subiu 3.079 para 3.093 (+14).

De acordo com o boletim epidemiológico da Prefeitura, até as 9h30 desta terça-feira, 12 pacientes estavam internados devido à pandemia no Hospital Municipal “Vereador Antônio Orlando Navarro”, um a menos nas últimas 24 horas. Desses, três estavam na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Covid-19 (menos um em relação ao informativo de segunda-feira (14).

A Prefeitura garante que possui 14 vagas de terapia intensiva no hospital municipal – 10 reservadas a pacientes da Covid-19 e quatro para outras complicações (todas essas seguiam ocupadas nesta terça-feira). O governo municipal informou que contratou 76 dos 85 profissionais de saúde previstos, por meio de seleção emergencial concluída, e trabalha para a admissão dos demais temporários. A ampliação de leitos de UTI  Covid-19 não foi informada na rede municipal.

No campo da economia, dos 3,2 milhões de empresas em funcionamento na primeira quinzena de agosto no Brasil, 38,6% indicaram que a pandemia afetou negativamente suas atividades. Já para 33,9%, o efeito foi pequeno ou inexistente e para 27,5% o efeito foi positivo. Empresas de maior porte e intermediárias foram as que mais sinalizaram melhora de percepção.

Os resultados da quinta rodada da Pesquisa Pulso Empresa: impacto da Covid-19 nas empresas, divulgados nesta-terça-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), refletem as percepções das empresas em funcionamento ao final da primeira quinzena de agosto, frente à segunda quinzena de julho. A pesquisa acompanha os principais efeitos da pandemia do novo coronavírus sobre as empresas não financeiras.

Segundo o IBGE, a percepção de impacto negativo mantém-se e é maior entre as empresas de pequeno porte, de até 49 funcionários (38,8%), e melhora na percepção das empresas intermediárias (de 50 a 499 funcionários) e de maior porte (acima de 500 empregados), que indicaram maior incidência de efeitos pequenos ou inexistentes na quinzena – respectivamente 44,7% e 46,6%.

“A cada quinzena aumenta a percepção de efeitos pequenos ou inexistentes ou positivos entre as empresas de maior porte”, disse, em nota, o coordenador de Pesquisas Conjunturais em Empresas do IBGE, Flávio Magheli.

As empresas dos setores de construção (47,9%) e comércio (46,3%) reportaram as maiores incidências de efeitos negativos na quinzena. Por outro lado, no setor industrial, 38,9% relataram impactos pequenos ou inexistentes e, no setor de serviços, a incidência foi de 41,9%, com destaque para os segmentos de informação e comunicação (61,5%) e serviços profissionais e administrativos (45,6%).

Entre as grandes regiões, o Nordeste destaca-se pela menor incidência de efeitos negativos (20,4%), e a região é onde ocorre a maior percepção de impactos positivos, passando de 35,3% para 52%. Os maiores percentuais de impactos negativos foram no Sudeste (43,6%) e no Norte (41,9%), enquanto Sul (39,9%) e Centro-Oeste (39,8%) têm percepção semelhantes.

Segundo a pesquisa, a percepção de redução nas vendas afetou mais o comércio, que passou de 29,5% na segunda quinzena de julho para 44,5%, com destaque para o comércio varejista que subiu de 29,7% para 48,9%; seguidos por construção (36,2%), indústria (30,8%) e serviços (29,7%).

“Por setores, o comércio varejista e a atividade de construção são os mais afetados na quinzena. Dentre as regiões, o Nordeste destaca-se com 52% de efeitos positivos relacionados às medidas de flexibilização do isolamento. Já em relação às vendas, a percepção de redução atinge 36,1% das empresas, afetando principalmente o comércio varejista”, afirmou Magheli.

Quase 9 em cada dez empresas (86,4%  ou cerca de 2,7 milhões de companhias) mantiveram o quadro de funcionários ao final da primeira quinzena de agosto em relação à quinzena anterior. Apenas 8,7% (277 mil empresas) indicaram redução no quadro, sendo que 146 mil (52,6%) diminuíram em até 25% seu pessoal, com destaque para as empresas de menor porte, onde 140 mil (51,6%) reduziram nessa faixa de corte.

A realização de campanhas de informação e prevenção e a adoção de medidas extras de higiene continuam sendo as principais iniciativas para enfrentar a pandemia, sendo adotadas por 92,9% das empresas.

Outros 32,3% de empresas adotaram o trabalho remoto e 15,3% anteciparam férias dos funcionários. Já 30,6% das empresas alteraram o método de entrega de seus produtos ou serviços, enquanto 13,2% lançaram ou passaram a comercializar novos produtos e/ou serviços na primeira quinzena de agosto.

O adiamento de pagamento de impostos foi adotado por 32% das companhias e o acesso à linha de crédito emergencial foi a medida tomada por 10,9% das empresas.

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