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[Boletim]
Paulínia tem mais 3 mortes pela Covid-19 confirmadas pelo Ministério da Saúde

AME Campinas deixa de atender casos da pandemia e em outubro dá início a consultas, exames e procedimentos ambulatoriais para moradores da região

11 set 2020 – 13h52
Agendamento de cada paciente deve ser feito pelo município de residência por meio do Cross (Foto: Divulgação)

OMinistério da Saúde confirmou mais três mortes pela Covid-19 em Paulínia, totalizando 76 desde o início da pandemia. O boletim epidemiológico diário da Prefeitura desta sexta-feira (11) manteve o número de 72 óbitos na cidade e outros sete moradores contaminados, elevando para 3.252 casos confirmados da doença. Para o governo federal, responsável pelas estatísticas oficiais do novo coronavírus no País, o município já tem 4.674 infectados (+56 em relação a sua atualização anterior). Os curados passaram de 3.065 para 3.068 nas últimas 24 horas.

A Prefeitura alega que seu boletim diário apresenta 1.422 pacientes e quatro mortes a menos que as estatísticas oficiais do Ministério da Saúde e da Secretaria de Estado da Saúde, atualizadas até o início da noite de quinta-feira (10), por causa da demora de ser notificada pelo estado de casos de moradores da cidade atendidos em outros municípios; e da eventual duplicidade de notificações de atendidos em outras cidades e também em Paulínia. A Secretaria de Estado da Saúde informou que confere todas notificações e faz as atualizações necessárias.

A partir de 1º de outubro, o Ambulatório de Especialidades Médicas (AME) de Campinas dará início às consultas, exames e procedimentos ambulatoriais para moradores da região de Campinas. A unidade foi ativada em abril pelo governo do estado, já com seu perfil assistencial reprogramado para atender exclusivamente casos graves do novo coronavírus. Com a queda na demanda da Covid-19, o espaço agora passa por ajustes e medidas de desinfecção, seguindo todos os protocolos de higienização para operar dentro de seu perfil assistencial.

Ainda neste ano, passará a funcionar com um rol de 22 especialidades médicas e não médicas: Oftalmologia, Otorrinolaringologia, Urologia, Dermatologia, Vascular, Anestesiologia, Ortopedia, Mastologia, Cirurgia  Plástica e Geral, Enfermagem, Fisioterapia, Psicologia, Nutrição e Terapia Ocupacional. Terá capacidade de realizar, mensalmente, 7 mil consultas, 1 mil exames e 300 cirurgias de menor complexidade. Somente neste ano, estão previstos 24 mil atendimentos nessas diferentes áreas.

Neste modelo, o agendamento de cada paciente deve ser feito pelo município de residência, por meio do sistema Central de Regulação e Oferta de Serviços de Saúde (Cross), na modalidade ambulatorial. A oferta acontecerá gradualmente, com agendamentos programados e em conformidade aos protocolos de segurança e prevenção da Covid-19. Com a nova dinâmica de funcionamento, eventuais casos de coronavírus da região poderão ser redirecionados a outros serviços de referência, como o Hospital das Clinicas da Unicamp e o Hospital Estadual de Sumaré.

Os AMEs são unidades de alta resolutividade, com modernos equipamentos, que oferecem consultas, exames e, em alguns casos, cirurgias em um mesmo local, proporcionando maior rapidez ao diagnóstico e ao tratamento dos pacientes. Atualmente, o estado conta com 60 unidades do tipo. O modelo começou a ser implantado em 2014 no estado. Os atendimentos nos AMEs são referenciados, mediante encaminhamento pelos serviços sob gestão dos municípios.

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