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[Paulínia]
Taxa de ocupação da UTI Covid-19 é de 80% no hospital municipal

Boletim diário da Prefeitura deste domingo adicionou outros 29 moradores infectados; Ministério da Saúde contabiliza mais uma morte na cidade

6 set 2020 – 16h
Hospital de campanha do Anhembi, localizado na cidade de São Paulo, será desativado (Foto: Agência Brasil)

Ataxa de ocupação de leitos da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Covid-19 do Hospital Municipal de Paulínia “Vereador Antônio Orlando Navarro” está em 80% neste domingo (6), segundo boletim epidemiológico diário da Prefeitura. O número de moradores contaminados subiu de 3.164 para 3.193 (+29). O Ministério da Saúde contabilizou mais uma morte pela doença no município, elevando o total para 72, e outros 32 contaminados, chegando a 4.584 moradores testados positivos para o novo coronavírus desde o início da pandemia.

Neste domingo, até as 9h30, a quantidade de pacientes internados em decorrência do novo coronavírus no hospital municipal de Paulínia baixou para 19 (-1) – oito seguiam na UTI. A Prefeitura garante que possui 14 vagas de terapia intensiva – 10 reservadas para os pacientes da Covid-19 e quatro para outras complicações (todas essas estavam ocupadas). O governo municipal informou que contratou temporariamente 76 dos 85 profissionais de saúde previstos, por meio de seleção emergencial concluída, e trabalha para a admissão dos demais, entretanto a ampliação de leitos de UTI  Covid-19 ainda não foi informada.

Os internados em razão da Covid-19 no hospital municipal estavam neste domingo:

  • oito na UTI – apesar de ter recebido 10 respiradores no último dia 15 de junho do governo do estado, o município não anunciou o aumento de leitos de UTI na rede; já o processo seletivo do final de abril feito pela Prefeitura e que permitiria a contratação de funcionários para ampliação das 14 vagas de terapia intensiva instaladas no hospital municipal foi cancelado pelo governo municipal (um novo processo foi aberto no último dia 7 de julho e o reforço profissional está sendo contratado);
  • três na Unidade Respiratória, que possui sete leitos;
  • sete na Enfermaria Respiratória, que conta com oito leitos, mas que, segundo a Prefeitura, podem ser ampliados sempre que necessário; e
  • um na Pediatria.

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), anunciou na última sexta-feira (4) o fechamento do hospital de campanha do Anhembi, criado no dia de abril passado para tratamento dos casos de baixa ou média complexidade do novo coronavírus. De acordo com o prefeito, há ainda 38 pessoas internadas nesse hospital, mas ele deixou de receber novos pacientes desde quinta (3). Em quase cinco meses de funcionamento, o local atendeu 6.350 pessoas. A previsão da Prefeitura é de que ele deixe de funcionar definitivamente em 10 de setembro.

São Paulo tinha dois hospitais de campanha. O primeiro deles a ser criado foi o do estádio do Pacaembu, fechado em 29 de junho. O do Pacaembu tinha 200 leitos, sendo 16 deles para estabilização. Por ele passaram 1.493 pacientes. O do Anhembi tinha capacidade para até 1,8 mil leitos de baixa complexidade, mas 929 deles eram de contingência e não chegaram a ser utilizados. A Prefeitura de Paulínia não informou se há pacientes da cidade que tenha transferido ao hospital do Anhembi nem quantos enviou para lá desde o início da pandemia.

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