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[Covid-19]
Paulínia registra a 66ª morte em decorrência do novo coronavírus

Ministério da Saúde contabiliza um óbito a mais que a Prefeitura: 67; boletim epidemiológico diário do comitê local também confirmou outros 45 infectados

29 ago 2020 – 13h49
Uso de máscara facial continua sendo obrigatório em Paulínia: proteção contra o novo coronavírus (Foto: Agência Brasil)

APrefeitura de Paulínia confirmou no início da tarde deste sábado (29) mais uma morte, a 66ª, em consequência da Covid-19. O número de infectados na cidade subiu de 3.008 para 3.053 (+45), conforme as estatísticas municipais. Para o governo federal, o município já possui 4.333 moradores contaminados (+33 em relação a sua última atualização) e 67 óbitos (+1). A quantidade de recuperados da doença chegou a 2.824 (+37).

O Comitê de Prevenção e Enfrentamento ao Coronavírus informou que a 66ª morte se trata de uma mulher de 59 anos, que tinha diabetes mellitus, asma, doença pulmonar obstrutiva crônica, obesidade e doença cardiovascular. Iniciou sintomas respiratórios no dia 13 de julho e foi internada em hospital privado de Campinas quatro dias depois. Foi feito diagnóstico laboratorial para Covid-19 pelo exame de swab, com resultado positivo. A paciente morreu na última sexta-feira (28).

“A Administração municipal se solidariza com todos os familiares e amigos”, declarou o governo municipal por meio de nota. “É essencial que todos sigam as orientações do Comitê de Prevenção e Enfrentamento do Coronavírus e o isolamento domiciliar, saindo somente para necessidades extremas, nunca deixando de usar máscara e higienizando as mãos sempre que possível.”

De acordo com a Prefeitura, neste sábado, abriu uma vaga na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Covid-19 do Hospital Municipal de Paulínia “Vereador Antônio Orlando Navarro” e a ocupação baixou de 10 para nove leitos. Ao todo, são 23 internados em razão do novo coronavírus (+1) na unidade da rede municipal. A o governo local garante que possui 14 vagas de UTI – 10 reservadas para os pacientes do novo coronavírus e quatro para outras complicações (uma delas segue ocupada). Neste mês começou a contratação temporária de 85 profissionais de saúde, por meio de seleção emergencial concluída, o que permitirá a ampliação desse serviço.

Os internados em razão da Covid-19 no hospital municipal estavam neste sábado:

  • nove na UTI – apesar de ter recebido 10 respiradores no último dia 15 de junho do governo do estado, o município não anunciou o aumento de leitos de UTI na rede; já o processo seletivo do final de abril feito pela Prefeitura e que permitiria a contratação de funcionários para ampliação das 14 vagas de terapia intensiva instaladas no hospital municipal foi cancelado pelo governo municipal (um novo processo foi aberto no último dia 7 de julho e o reforço profissional está sendo contratado);
  • quatro na Unidade Respiratória, que possui sete leitos;
  • nove na Enfermaria Respiratória, que conta com oito leitos, mas que, segundo a Prefeitura, podem ser ampliados sempre que necessário; e
  • um no Centro Cirúrgico.

Desde o início da pandemia, o Procon-SP impôs R$ 28,5 milhões em multas a fornecedores que cobravam preços abusivos e cometiam outras infrações ao Código de Defesa do Consumidor em todo o estado. Na Capital paulista, as multas somam R$ 4,9 milhões, enquanto o Interior, R$ 23,5 milhões. Foram cerca de 5 mil farmácias, supermercados, hipermercados e outros estabelecimentos do comércio fiscalizados pelos agentes do Procon-SP. Itens considerados essenciais no momento pelo qual passa a sociedade, como álcool em gel, máscaras de proteção, alimentos, entre outros, não devem ter os seus preços elevados de forma injustificada.

Até 20 de agosto, foram registrados nos canais de atendimento do Procon-SP 7,6 mil reclamações, 8,3 mil denúncias nas redes sociais e 4,6 mil consultas e dúvidas sobre questões de consumo relacionadas à pandemia. A maior parte das reclamações é contra agências, com 3.986 registros. Já as companhias aéreas respondem por 1.726. O Procon-SP tem canais de atendimentos à distância para receber denúncias, intermediar conflitos e orientar consumidores: via internet (www.procon.sp.gov.br), aplicativo – disponível para Android e iOS – ou via redes sociais; para as denúncias, marque @proconsp, indicando o endereço ou site do estabelecimento.

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