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[Covid-19]
Atraso da Prefeitura em relação a boletim do governo federal é de 1,1 mil casos

Boletim municipal desta 2ª-feira soma 2.398 contaminados e 46 mortes pela doença em Paulínia; Ministério da Saúde conta 3.503 infectados e 50 óbitos

10 ago 2020 – 13h34
Profissional de saúde avalia exame durante atendimento em hospital de São Paulo (Foto: Divulgação)

Adiferença do total de pessoas infectadas pela Covid-19 em Paulínia existente entre os boletins da Prefeitura e do governo federal chegou nesta segunda-feira (10) a 1.105 casos. Para a Administração municipal, até as 9h30, a cidade tinha 2.398 contaminados (+9) e 46 mortes pela doença. Mas, segundo o Ministério da Saúde, já eram 3.503 (+45) moradores testados positivos para o novo coronavírus e 50 óbitos até o início da noite de domingo (9).

A Prefeitura alega que o atraso de seus números em relação às estatísticas oficiais do Ministério da Saúde e da Secretaria de Estado da Saúde ocorre por causa da demora de ser notificada pelo estado de casos de moradores da cidade atendidos em outros municípios; e da eventual duplicidade de notificações de atendidos em outras cidades e também em Paulínia. A Secretaria de Estado da Saúde informou que confere todas notificações e realiza as atualizações sempre que necessárias.

De acordo com os dados do boletim epidemiológico diário da Prefeitura, o número de recuperados subiu de 2.104 para 2.114 (+10) de domingo para esta segunda-feira. Excluídos os recuperados e mortos (46) do total de contaminados, há, pelas estatísticas municipais, 238 pacientes com a doença ativa na cidade – 218 em isolamento social e 15 internados no Hospital Municipal de Paulínia “Vereador Antônio Orlando Navarro”. Equipes da Secretaria Municipal de Saúde ainda acompanham 976 pessoas que aguardam resultados de exames para detecção da Covid-19 – 976 em casa e 13 em leitos da rede municipal.

Na manhã desta segunda-feira, o hospital municipal tinha 28 pacientes positivos e suspeitos do novo coronavírus – três a mais em relação a domingo. Nove deles estavam na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), um a mais que o verificado nas últimas 24 horas. Segundo servidores da linha de frente do combate à pandemia, há 14 vagas instaladas de terapia intensiva no local e oito que podem receber doentes de quaisquer complicações devido ao número reduzido de funcionários. A Prefeitura garante que são 10 e deu início neste mês à contratação temporária de 85 profissionais de saúde, por meio de processo seletivo emergencial concluído, o que permitirá a ampliação desse atendimento na rede municipal da cidade.

Os internados em razão do novo coronavírus no hospital municipal de Paulínia estavam nesta segunda-feira:

  • nove na UTI – apesar de ter recebido 10 respiradores no último dia 15 de junho do governo do estado, o município não anunciou o aumento de leitos de UTI na rede; já o processo seletivo do final de abril feito pela Prefeitura e que permitiria a contratação de funcionários para o uso imediato dos 14 leitos de UTI instalados no hospital municipal foi cancelado pelo governo municipal (um novo processo foi aberto no último dia 7 de julho e o reforço profissional está em fase de contratação);
  • sete na Unidade Respiratória, que possui sete leitos;
  • nove na Enfermaria Respiratória, que conta com oito leitos, mas que, segundo a Prefeitura, podem ser ampliados sempre que necessário; e
  • três na Clínica Médica.

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