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[Covid-19]
RMC passa de 5 mil moradores infectados e divulga mais 16 mortes

Soma de infectados pelo novo coronavírus aumenta em 16 das 20 cidades da Região Metropolitana de Campinas; sete delas tiveram novos óbitos

8 jun 2020 – 22h010
Atualização do Conass apontou nesta segunda-feira 679 novas mortes no País (Foto: Agência Brasil)

ARegião Metropolitana de Campinas (RMC) ultrapassou nesta segunda-feira (8) a marca de 5 mil moradores contaminados pela Covid-19, doença respiratória causada pelo novo coronavírus. Sete das 20 cidades do bloco regional registraram mais 16 mortes. O total de curados chegou a 3.711 (+242).

Nesta segunda-feira, 16 cidades da RMC divulgaram novos casos de moradores contaminados, totalizando 5.112, mais 239 em relação a domingo. Dentre elas, estão Paulínia (+2), Americana (+6), Artur Nogueira (+2), Campinas (+159), Hortolândia (+3), Indaiatuba (+14), Nova Odessa (+5) e Santa Bárbara d’Oeste (+11).

Já os novos óbitos em decorrência da Covid-19 foram anunciados em Paulínia (+1), Campinas (+7), Indaiatuba (+4), Monte Mor (+1), Nova Odessa (+1), Sumaré (+1) e Valinhos (+1). Os únicos municípios que não verificaram mortes pela doença na RMC são Holambra, Engenheiro Coelho, Pedreira e Santo Antônio de Posse. Os 20 municípios têm ao menos 17 moradores testados positivos para a doença.

Em São Paulo, com a chegada de novos respiradores e a criação de leitos, o estado conseguiu diminuir a taxa de ocupação de leitos de unidades de terapia intensiva (UTI) destinados ao tratamento do novo coronavírus para 67,5% nesta segunda-feira, enquanto na Grande São Paulo esta taxa está em 75,5%. A ocupação destes leitos chegou na semana passada a 73% no estado e a 85% na região metropolitana.

Há ainda 4.816 pacientes internados em UTI em todo o estado e outros 7.792 pacientes internados em enfermarias, em casos suspeitos ou confirmados de coronavírus.

Até o dia 30 de junho serão entregues mil novos respiradores, 830 até o fim desta semana. “Cada respirador entregue significa um novo leito de UTI entregue na rede pública”, disse o governador de São Paulo, João Doria. Com isso, o estado terá cerca de oito mil leitos de UTI destinados ao tratamento do novo coronavírus. “Ninguém ficou sem atendimento e nem ficará”, acrescentou.

Segundo boletim divulgado nesta segunda-feira, o estado de São Paulo registrou 43 novos óbitos por coronavírus em 24 horas, o número mais baixo desde 18 de maio, quando ocorreram 41 novos óbitos. No entanto, isso pode ser reflexo da retidão de dados que ocorre sempre aos finais de semana, quando laboratórios e órgãos públicos fecham – e sempre se refletem nos dados de segunda-feira, que são sempre mais baixos do que no restante da semana.

Segundo o secretário estadual da Saúde, José Henrique Germann, o estado tem apresentando um ritmo menor de crescimento de óbitos e de casos. Mas especificamente nesta segunda, é o impacto da alteração dos lançamentos de informações do final de semana, o provavelmente vai ser percebido terça-feira, quando o registro de novos dados deve novamente subir.

“Estamos tendo crescimento a baixa velocidade, de 5% de casos confirmados por dia e de 3% de óbitos por dia. Isso vem ocorrendo há um bom tempo. Nesse sentido, temos que observar uma certa estabilização do comportamento da epidemia no estado de São Paulo”, disse o secretário da Saúde.

Com esses novos 43 óbitos, o estado soma agora 9.188 óbitos provocados pelo novo coronavírus. O estado tem também 144.593 casos confirmados da doença, contabilizados desde o início da pandemia. O estado registra ainda 27.118 altas médicas.

A atualização o Conselho Nacional de Secretarias Estaduais de Saúde (Conass) divulgada na noite desta segunda-feira apontou 679 novas mortes e 15.564 novos casos da Covid-19 nas últimas 24 horas. Com esses acréscimos às estatísticas, o País chegou a 37.134 falecimentos em função da pandemia do novo coronavírus e 707.412 pessoas infectadas, segundo o conselho. No site, o local com o número de pacientes recuperados ainda aparece “em construção”.

No domingo, o número de casos confirmados registrados pela entidade estava em 680.456. Já as mortes em decorrência da doença somavam 36.151. Os estados com maior número de óbitos são São Paulo (9.188), Rio de Janeiro (6.781), Ceará (4.120), Pará (3.772) e Pernambuco (3.350). Ainda figuram entres os com altos índices de vítimas fatais em função da pandemia Amazonas (2.271), Maranhão (1.247), Bahia (901), Espírito Santo (871), Alagoas (601) e Minas Gerais (380).

O balanço do conselho (batizado de Painel Conass) foi criado no fim de semana após o Ministério da Saúde mudar sua dinâmica de divulgação dos dados sobre a pandemia. Até a semana passada, a pasta consolidava os dados das secretarias estaduais no início da noite. A pasta passou a divulgar o balanço cada vez mais tarde (por volta de 22h) e parou de informar o total de casos, anunciando um novo método de anunciar sua consolidação nesta segunda-feira. As mudanças foram objeto de questionamento do Ministério Público Federal.

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