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[Prato Feito]
Polícia Federal indicia Dixon e mais 95 pessoas por fraudes em licitações

Onze chefes do Executivo são acusados de crimes envolvendo merenda, uniforme e material escolar; prefeito cassado tem caso remetido à Justiça Estadual

13 set 2019 – 22h15
Prefeito cassado de Paulínia Dixon Carvalho (PP) foi investigado pela Polícia Federal (Foto: Divulgação)

APolícia Federal concluiu a Operação Prato Feito e indiciou 96 pessoas, entre elas prefeitos, empresários e servidores públicos, por fraudes em licitações de merenda, uniforme e material escolar. Conforme as investigações, o prefeito cassado de Paulínia, Dixon Carvalho (PP), teve participação no esquema. Seu caso será remetido à Justiça Estadual porque ele perdeu o cargo de chefe do Executivo.

De acordo com policias federais, cinco organizações criminosas atuaram em cerca de 30 cidades do estado. A operação foi deflagrada, inclusive em Paulínia, em maio de 2018, quando foram cumpridos 154 mandados de busca e apreensão para apuração de 65 contratos, cujos valores somados passavam de R$ 1,6 bilhão.

Dos 13 prefeitos investigados 11 foram indiciados, informou a Polícia Federal. Os prefeitos de Hortolândia e Mogi Guaçu não tiveram suas participações nos esquemas de fraudes confirmadas pelas investigações.

Segundo a Polícia Federal, Dixon teve participação em crimes de fraude à licitação e corrupção passiva, com indícios de desvio de recursos públicos federais de contrato para aquisição de material escolar. Agora, a Justiça Estadual de Campinas dará prosseguimento ao caso do prefeito cassado de Paulínia. Veja a conclusão dos policiais abaixo.

Mais duas cidades da Região Metropolitana de Campinas (RMC) tiveram seus prefeitos indiciados pela Polícia Federal no final da Operação Prato Feito: José Pivatto (PT), de Cosmópolis; e Fernando Fiori (PTB), de Holambra.

Conforme a Polícia Federal, Pivatto é acusado de fraude à licitação e corrupção passiva, com indícios de desvio de recursos públicos federais de contrato para aquisição de material escolar. Fiori teria participado de crimes de fraude à licitação, corrupção passiva e organização criminosa, com indícios de desvio de recursos públicos federais de contratos para aquisição de uniforme escolar, mochila escolar, material de limpeza e aquisição de cestas básicas.

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