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[Política]
Câmara Municipal rejeita denúncia contra Tiguila Paes

Vereador afastado pela Justiça corria o risco de perder o mandato em definitivo caso pedido de construtor fosse aceito pelo Legislativo

19 jun 2019 – 18h01
Vereadores durante a 11ª sessão ordinária da Câmara de Paulínia, realizada terça (Foto: Divulgação)

ACâmara de Paulínia rejeitou denúncia contra o vereador afastado pela Justiça Tiguila Paes (PPS) que pedia a cassação definitiva de seu mandato. O placar da votação que ocorreu durante a 11ª sessão ordinária da noite desta terça-feira (18) foi de cinco votos contrários, dois favoráveis, duas abstenções e cinco ausências.

A denúncia contra Tiguila foi feita pelo construtor Jurandir Francisco Carneiro. Seu pedido de cassação seria “por evidências de quebra de decoro parlamentar e improbidade administrativa” na ação de extorsão, associação criminosa e crime contra a organização do trabalho. O documento do denunciante foi protocolado na Câmara de Paulínia na tarde do último dia 14.

Depois da denúncia lida na sessão, o pedido de votação de cassação do mandato de Tiguila foi votado sem qualquer discussão no plenário.

  • Votaram a favor:

– Fábia Ramalho (PMN); e

– Fábio Valadão (PRTB).

  • Foram contra a denúncia:

– João Mota (DC);

– José Soares (PRB);

– Luciano Ramalho (PP);

– Manoel Filhos da Fruta (PCdoB); e

– Xandynho Ferrari (PSD).

  • Abstiveram-se de votar

– Danilo Barros (PR); e

– Flávio Xavier (DC).

  • Deixaram o plenário:

– Edilsinho Rodrigues (PSDB); e

– Ney da Van (PMN).

  • Faltaram à sessão:

– Du Cazellato (PSDB);

– Marcelo D2 (PROS); e

– Marquinho Fiorella (PSB).

O presidente interino da Câmara, Zé Coco (PV), somente vota em caso de desempate.

APM

Na sessão de terça, os vereadores ainda aprovaram por unanimidade projeto de lei que autoriza a Prefeitura de Paulínia a destinar até R$ 25 mil para cada associação de pais e mestres (APMs) das escolas municipais. Antes era R$ 20 mil. A proposta visa auxiliar no custeio de melhorias na área física e pedagógica da rede.

O texto fixa uma série de regras para o repasse do dinheiro. A aplicação dos recursos financeiros deverá seguir um plano anual de trabalho, aprovado tanto pela Secretaria de Educação como pelo conselho de cada escola. O dinheiro deve ser direcionado a APMs legalmente constituídas para atividades de assistência escolar, manutenção das instalações e equipamentos. Toda a contratação precisa seguir regras já estabelecidas por lei.

Ponte

Outros quatro projetos foram aprovados em segunda discussão, podendo ser sancionados ou vetados pelo prefeito interino Loira (DC). Um deles batiza a ponte da estrada da Rhodia com o nome do ambientalista Henrique Padovani, que morreu no início deste ano. Os três demais revogam doações de terras feitas pela Prefeitura de Paulínia para as instalações de empresas no município.

A sessão contou com 57 indicações (sugestões ao governo municipal), analisou 35 requerimentos (cobranças de informações ou providências) e apresentou duas moções (homenagens).

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