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[Política]
Sete escolas se preparam para eleger 15 vereadores jovens

Corrida eleitoral mirim irá ocorrer entre os dias 6 e 10 de maio em três unidades municipais, duas estaduais e duas particulares

30 abr 2019 – 21h06
Vereadores jovens de 2108 durante segunda sessão ordinária mirim daquele ano (Foto: Divulgação)

Já começou a corrida eleitoral para os interessados em atuar na Câmara Jovem de Paulínia. Serão escolhidos 15 adolescentes da cidade, do 8º e do 9º anos do Ensino Fundamental, que terão a oportunidade de sugerir, debater e votar melhorias para o município.

As eleições vão ocorrer entre 6 e 10 de maio em sete escolas. São três instituições de ensino municipais, duas estaduais e duas particulares: EMEFM Maestro Marcelino Pietrobom, EMEFM Vereador Ângelo Corassa Filho, EMESFM Vitor Szczepanski e Souza Silva, E.E. Padre José Narciso Vieira Ehrenberg, E.E. São José, Colégio Integral e Colégio Metropolitan Mackenzie.

Mesa Diretora que comandou reunião dos vereadores jovens na Câmara Municipal (Foto: Divulgação)

Cada instituição de ensino vai eleger dois vereadores jovens e dois suplentes. Aquela com maior número de alunos ganhará uma nova cadeira, somando 15 eleitos e mais 15 substitutos. O trabalho começou em março, quando as escolas participaram de reunião com servidores da Câmara Municipal. Desde abril os estudantes receberam orientações sobre como se candidatar.

A votação vai ocorrer nas escolas parceiras, com cabines e urnas de cédulas fornecidas pela Justiça Eleitoral. A posse está marcada para 30 de maio. A partir de junho os vereadores jovens vão participar de visitas a órgãos públicos, cursos sobre as funções dos três Poderes (Legislativo, Executivo e Judiciário) e oficinas para redigir propostas legislativas. As sessões ordinárias da Câmara Jovem vão ocorrer no segundo semestre, e o encerramento será em dezembro.

Vereadores jovens durante segunda sessão ordinária do Legislativo paulinense (Foto: Divulgação)

A primeira edição do projeto foi concluída em dezembro de 2018, com 44 propostas apresentadas (incluindo um projeto de lei), todas encaminhadas aos vereadores e à Prefeitura. Envolveram tanto demandas escolares, como construção de quadra, mudança na merenda e cortina na sala de aula.

Os assuntos mais abrangidos foram pedidos para melhorar a iluminação pública, ampliar atividades de educação e lazer e ainda estabelecer tempo máximo de espera para atendimento em hospitais.

A escola Maestro, por exemplo, concluiu a lista com 14 candidatos. Na escola Vitor Szczepanski, conhecida como Supletivo, a direção e professores formaram uma comissão eleitoral, definiram o mesário responsável e registraram a candidatura de 29 estudantes, com números de campanha do 101 ao 129.

O Colégio Integral planeja até desenvolver internamente um jornal para noticiar durante o ano letivo o trabalho dos eleitos e suplentes. No Metropolitan Mackenzie, a coordenação apresentou o projeto em salas de aula e já lembrou que os alunos eleitores (do 6ª ano do Ensino Fundamental ao 3º do Ensino Médio) devem refletir sobre as propostas anunciadas. Nem adianta prometer piscina no pátio ou celular liberado durante a aula.

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